Alvaiázere

Alvaiázere é uma freguesia portuguesa do concelho de Alvaiázere, com 32,32 km² de área e 1693 habitantes (2011). Densidade: 52,4 hab/km². Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Castro de Alvaiázere

"Encontrarás mais nos bosques que nos livros; as árvores e as pedras ensinar-te-ão coisas que nenhum homem poderá dizer-te." Bernardo de Claraval Localizado no cume da Serra que lhe deu nome, o "Castro da Serra de Alvaiázere" integra o troço superior do vale do Nabão, desfrutando de um excelente domínio sobre o território envolvente, Castro de Alvaiázereparticularmente abundante em recursos cinegéticos essenciais à fixação humana. Com um sistema de proteção composto de duas linhas de muralhas (a interior das quais com cerca de cem metros de diâmetro) erguidas em blocos calcários da região, com quatro metros de largura, associadas às condições de defesa natural proporcionada pela escarpa. A localização do sítio terá resultado do evidente valor estratégico, de difícil acesso, controlando direta e indiretamente pontos de passagem fundamentais no trânsito terrestre Norte-Sul, a meio-caminho entre dois eixos fulcrais de comunicação do Mondego e do Tejo. Trata-se, na verdade, de um dos exemplares de maior extensão dos povoados de altura conhecidos até ao momento datáveis da Idade do Bronze. É, ainda, provável que o castro se inserisse numa ampla rede de povoamento emergida neste período, em zonas interiores até então pouco desenvolvidas, do Baixo Mondego. Os últimos estudos apontam para uma idade superior a 3000 anos. O papel de "lugares centrais" de alguns destes povoados, não era de centros de confrontos militares, funcionariam, pelo contrário, como garantes de um equilíbrio regional na economia, comércio e circulação de pessoas e bens indispensáveis, que seriam as bases do poder das elites locais. O "Castro da Serra de Alvaiázere" terá sido, provavelmente o maior destes lugares, dominando outros povoados em redor. Castro de Alvaiázere II

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ALVAIÁZERE NO CAMINHO DOS ROMANOS

  "Encontrarás mais nos bosques que nos livros; as árvores e as pedras ensinar-te-ão coisas que nenhum homem poderá dizer-te." Bernardo de Claraval Romanos Serra de Alvaiázere O gládio era a espada utilizada pelas legiões romanas. Era uma espada curta, de dois gumes, de mais ou menos 60 cm. Era muito mais uma arma de perfuração do que de corte, ou seja, devia ser utilizada como um punhal, ou uma adaga, no combate corpo-a-corpo. Diz-se que era capaz de perfurar a maior parte das armaduras. Também chamado Gladius hispaniensis, por ter sido inspirado em armas utilizadas pelos celtiberos na época. A Península Ibérica, no seu conjunto, era chamada de Hispania pelos romanos, daí o nome 'Gladius Hispaniensis'. Por parte dos Romanos, não somente os legionários eram treinados pelos Doctores armorum na técnica do gládio, mas também os gladiadores. Espadas Montagem Segundo alguns historiadores, podia ser arremessada graças à peça esférica em seu cabo, que balancearia a arma, o que a torna a única espada arremessável de que se tem notícia. Utilização da Espada

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 "Igreja Velha" de Alvaiázere

"O Arqueólogo Português" Publicado em 1895, “O Arqueólogo Português” é a revista periódica do Museu Nacional de Arqueologia. Na sua intenção inicial, tratava-se de uma publicação destinada a “estabelecer relações literárias entre os diversos indivíduos que, ou por interesse científico, ou por mera curiosidade, se ocupam das nossas antigualhas”. Com o tempo, foi-se convertendo numa revista científica, de grande prestígio nacional e internacional, sendo hoje até objecto de grande procura e valorização coleccionista. Foram até ao presente editadas quatro séries, correspondentes a cerca de meia centena de volumes. Em 1999, deu-se início à edição dos “Suplementos a O Arqueólogo Português”, com um volume sobre o Epistolário do Doutor Leite de Vasconcelos. Em 2004 publicou-se o v. 2 “Apontamentos sobre a utilização do osso no Neolítico e Calcolítico da Península de Lisboa: as colecções do Museu Nacional de Arqueologia”, tese de mestrado de Maria Clara Salvado. Através da pesquisa de palavras, o interessado pode aceder neste sítio aos índices completos da revista, sob a forma dos títulos dos artigos publicados, dos respectivos autores e aos resumos." http://www.museuarqueologia.pt/?a=6&x=3 Alvaiázere - Igreja Velha

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Maçãs de Caminho

Maçãs de Caminho é uma freguesia portuguesa do concelho de Alvaiázere, com 7,66 km² de área e 356 habitantes (2011). Densidade: 46,5 hab/km². Foi vila e sede de concelho até ao início do século XIX. Era constituído apenas pela freguesia da sede e tinha, em 1801, 302 habitantes. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.